ouvindo a maravilhosa triha do Zabriskie Point do soberano mestre Antonioni...me deu vontade de falar do étnico...mais precisamente, das lindas jóias étnicas, uma das minhas grandes paixões...sempre amei o exótico, com perfume de faraway lands...mas este amor tomou forma mesmo nos sabáticos 5 anos em que morei na praia...alí onde Sampa...beija o Rio...é, lá mesmo, nas correntes...não tinha como usar uma moda over...superproduzida...além disso, areia, sol, filtro, barco, mar...combinam melhor com prata, turquesa, lápis lazuli, marfim...enfim...usava tudo isto...misturado a camisas masculinas hiper grandes da marca Totem RJ, calça branca de capoeira e rasteiras de todas as cores, formas e materiais...o assunto é por demais abrangente...pulseiras, colares e torques (aquela gargantilha grossa, torcida nas pontas ou no centro) antigos de prata do Rajastão...pulseiras, cruzes e colares também de prata e de âmbar da Etiópia, Marrocos, Mauritânia...marfim com prata...turquesa e corais (sempre verdadeiros) do Tibet e Mongólia...possuo uma ampla coleção (ainda que tenha dado de presente muitas peças)...como já não uso tanto, enfeitam paredes, lanternas marroquinas, arte africana...mas ficam lindas num look verão, com calças largas de seda ou linho...ou aparecendo discretamente sob uma veste Armani bem estruturada...as jóias étnicas tem ainda uma ampla procura fora do Brasil, pelo seu grande teor artístico e pela linguagem individualizada..
na sequência: colar prata 950, coral verdadeiro e turquesa; pulseira prata 950 Rajastão, Índia, início século XX; colares de âmbar da Mauritânia e agata marrom do Norte da Índia, ambos início século XX; e colares de coral e marfim verdadeiros com prata Tibet e Índia, ambos início século XX
Olá Luciana!
ResponderExcluirSão lindas jóias que expressam a cultura de um povo. [sorrio]
Abraços.
“Para o legítimo sonhador não há sonho frustrado, mas sim sonho em curso” (Jefhcardoso)
Convido para que leia e comente “ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ” no http://jefhcardoso.blogspot.com/
Adoro tb as jóias e toda a arte dita étnica no geral (eu e Picasso). abçs
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